O que é preciso para Financiar um Carro?

Se você vai trocar de carro ou está procurando o seu primeiro veículo, então, provavelmente, já descobriu que o financiamento é uma das formas mais utilizadas para adquirir o seu bem. Porém, você já parou para pensar quanto pode gastar com ele? Veja como funciona os cálculos sobre as opções de financiamento.

O valor financiado vai depender de vários fatores, como, por exemplo, o valor de entrada, o prazo do contrato e a sua renda mensal. Então, a dica é fazer simulações considerando todos os dados.

“O ideal é começar pelo prazo, já que os juros são calculados em função do tempo. Quanto menor o prazo, menos juros. Mas, o ideal, é que nunca comprometa mais do que 30% da sua renda com as prestações”, orienta Renata Reis, coordenadora do Procon de São Paulo.

Já o valor de entrada varia conforme a instituição financeira, sendo que, no geral, o mínimo é de 20% o valor total do veículo a ser financiado, porém, também há contratos que podem ser de 40%. Para todos os casos, o importante é perceber que quanto maior a entrada, menos você terá que financiar e, logo, pagará menos juros.

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O prazo financiamento máximo é de 60 meses, porém tudo vai depender da sua renda mensal porque, como dissemos, o valor das parcelas não podem ultrapassar 30% do seu salário. Lembrando que para financiar carro não é permitido a soma de rendas, mesmo em caso de pessoas casadas ou em união estável.

“A renda a ser considerada é somente a de quem assina o contrato, diferente de um financiamento de imóvel. Por isso, considere o limite de 30%”, afirma Renata.

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Uma dica importante é levar, sempre, em consideração o valor dos outros gastos, como combustível, seguro, estacionamento, IPVA, documentação, manutenção e outros.

Quanto aos juros, eles são calculados conforme o banco e o prazo, mas além dela, há também o CET (Custo Efetivo Total), que está descrito no contrato. Ele inclui encargos e outras despesas, como impostos, tarifas, seguros e pode, inclusive, diminuir os serviços opcionais.

“Se a pessoa está na lista de negativados é sinal de que está com dificuldades para quitar seus pagamentos, o que justifica a recusa de um contrato. E mesmo que uma instituição aprove o crédito nesse caso, será oferecido o CET, só que bem maior. Por outro lado, uma vez quitado o débito e com o nome fora da lista, não há razão para isso influenciar futuros contratos”, finaliza Renata Reis.

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Com informações do iCarro