O Que É Mutismo Seletivo?

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Você sabe o que é Mutismo Seletivo? Tem alguma sugestão do que seja esse termo?

O Mutismo seletivo é um transtorno pouco conhecido e divulgado. Considerado um distúrbio emocional, ele afeta crianças de todas as idades, inibindo-as de conversar em alguns lugares (escola, rua, festas) com pessoas “estranhas” ou até mesmo algumas da própria família.

O mutismo pode também ser caracterizado por outros fatores desencadeantes, como as situações interpessoais, por algum fato que aconteceu ou passou, por exemplo.

Além da violência física/verbal, decepção ou até mesmo a genética, já que o grau de parentesco pode causar os transtornos emocionais.

A própria personalidade da criança favorece o surgimento do distúrbio.

Assim, podemos resumir essas características em três pontos:

1 – Personalidades temperamentais: como vergonha, timidez, preocupação excessiva, evitação social, medo, apego e negativismo.

2 – Herança Genética: a maioria das crianças que sofre de mutismo apresenta uma predisposição genética, como a ansiedade, que é caracterizada por condições estressantes ou agressivas.

3 – Interações Familiares: existe um consenso de que o mutismo mantem características familiares como relação simbiótica, dependência e controladora entre mãe e filho.

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O Mutismo ainda é raro no Brasil, por isso mesmo os profissionais encontram certas dificuldades em relação ao tratamento do transtorno.

Mas, se você conhece alguma criança que pode ter esse transtorno ou até mesmo seu filho(a), não deixe de procurar ajuda, pois o trabalho em conjunto com profissional especialista em psiquiatria infantil e o adolescente é de grande importância para ter um diagnóstico precoce e poderá ser conduzindo de forma mais adequada.

A seguir, vamos citar algumas estratégias para ajudar os pais que tem filho com esse transtorno:

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  • A criança não deve ser forcada a falar ou conversar;
  • Não permitir que outras pessoas respondam pelo filho(a);
  • Evitar colocar os filhos no centro das atenções;
  • Encoraja-las sempre que possível, fazer pequenas solicitações ou até mesmo cumprimentar pessoas estranhas;
  • Planejar passeios em família fora de casa.

Com informações do psicologiadobrasil, pedagogiaaopedaletra e revistacrescer

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