Novo Microscopio auxilia os médicos a diagnosticar tumores da mama com mais exatidão

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Pesquisadores da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, desenvolveram um novo microscópio que é capaz de detectar tumores na mama durante cirurgias e, além disso, fazer exames de biópsias em três dimensões.

O estudo foi divulgado na revista “Nature” e mostrou a conclusão de que essa nova tecnologia pode fotografar, em até 30 minutos, várias amostras do tecido mamário com o mesmo nível de detalhamento do que os de uma patologia tradicional.

A pesquisa mostrou que entre 20% e 40% das mulheres que fazem a lumpectomia (remoção cirúrgica de uma pequena parte da mama, feita geralmente durante o tratamento de um tumor maligno ou cancro da mama, conforme o Wikipédia) precisam passar por uma sala de cirurgia repetida vezes para eliminar as células cancerígenas, já que não foram detectadas durante a primeira operação.

O microscópio faz fotos de grandes superfícies de tecido a uma resolução muito elevada e cria milhares de imagens bidimensionais por segundo, o que gera, muito rapidamente, uma reprodução em 3D (3 Dimensões), da amostra da biópsia.

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Essa informação a mais pode auxiliar os médicos a diagnosticar e classificar os tumores com mais exatidão.

Veja os comentários sobre o tema, citados no site Terra:

– “Os cirurgiões estão um pouco às cegas quando realizam estas mastectomias parciais. Frequentemente não detectam um tumor até pelo menos dois de dias mais tarde”, afirmou Jonathan Liu, professor de engenharia mecânica da Universidade de Washington (UW).

– “Se conseguirmos fotografar com rapidez a superfície completa ou as margens do tecido mamário cindido durante a operação, podemos detectar se as mulheres têm ainda um tumor no corpo ou não. E isso representaria um grande benefício para outros pacientes com câncer“, acrescentou Liu.

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– “Atualmente, os médicos estão muito limitados pelo que podem ver em uma placa de vidro. No entanto, se tiverem informações em 3D, podem ajudar a melhorar consideravelmente a precisão dos diagnósticos dos pacientes”, destacou Adam Glasser, do Laboratório de Biofotônica Molecular da Universidade de Washington e um dos coautores do estudo.

Com informações do Terra

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