Dormir com bebês pode ser um comportamento fatal

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É praticamente um instinto materno: o bebê dormir junto com os pais, na mesma cama, para receber os cuidados necessários. Para os pais, esse comportamento garante o cuidado adequado, além de evitar o medo de deixar o bebê sozinho.

No entanto, para especialistas da medicina infantil, dormir com crianças pode ser um comportamento fatal para o bebê.

“É alto o risco de sufocamento do bebê que dorme na cama com os pais”, afirma o pediatra Sylvio Renan, do blog do pediatra.

Ele comenta que o bebê tem que permanecer no quarto dos pais, mas em móveis ou carrinhos, pelo menos durante os primeiros meses de vida.

Ao ficar na cama dos pais, as crianças ocupam um lugar subjetivo na família, que não é o dela, afirmam os psicólogos.

Se o bebê já tiver mais do que 1 mês de vida, aí já não há nem motivos para que ele permaneça no mesmo quarto dos pais.

A relação de dependência afetiva é mantida no 1º mês de vida porque a criança continua dependente de cuidados mínimo. No entanto, se essa estadia durar por muito tempo, também vai proporcionar a incapacidade dela crescer e se cuidar sozinha.

Rotina é o melhor conselho

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Os pediatras afirmam que o melhor jeito de acostumar os filhos a não dormirem na cama dos pais é leva-los de volta à suas camas quantas vezes for necessário, sem falar ou discutir.

As crianças se comportam melhor quando tem um modelo no qual confiar. E, portanto, ensinar a dormir na mesma hora, na mesma cama, vai ajuda-la a entender o que os pais esperam delas.

Além disso, a rotina também ajuda as crianças em situações de ansiedade.

É conveniente também que o bebê ou a criança duram sempre no mesmo lugar, já que a mudança pode afetar o desenvolvimento do modelo de dormir.

A dica é final é sobre preparar o melhor ambiente para a criança: um quarto com uma decoração convidativa, com luzes de presença e ambiente relaxado. O tamanho da cama também influencia e tem que ser adequado ao tamanho da criança.

Note que apesar de parecer dolorosos, esses comportamentos são pensados no longo prazo e é preciso resistir à algumas lágrimas em certos momentos.

Com informações do guiainfantil e fasdapsicanalise

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