El Chapo estreia no Netflix para falar sobre mega traficante mexicano. Confira a repercussão!

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A série é a primeira coprodução do canal Univision (emissora norte-americana) com a Netflix, a própria plataforma de streaming. Ao todo, são 34 episódios previstos, divididos em três temporadas.

Referente à produção, ela contará a história de Joaquín El Chapo Guzmán, que foi entregue pelo presidente mexicano Enrique Peña Nieto às autoridades dos Estados Unidos.

No país americano, El Chapo foi acusado de lavagem de dinheiro e associação criminosa, entre tantos outros crimes. A extradição aconteceu poucas horas antes de Barack Obama entregar a presidência à Donald Trump.

Atualmente, El Chapo está em uma prisão de segurança máxima, em Nova York.

A grande questão sobre a série está na comparação com Narcos, que conta a história de Pablo Escobar, outro narcotraficante que marcou a Colômbia e tantos outros países, inclusive, a Europa.

Narcos também está na gravação da terceira temporada e é capitaneada por José Padilha, mas sem data de estreia.

Em questão de narrativa, quem analisa os dois documentários afirmam que ambos são bem distintos. Narcos, por exemplo, é falado em espanhol e inglês e tem a pegada didática, com a narração feita em off pelo agente da Drug Enforcement Adminsitration (DEA). O enredo é irônico e com câmeras nervosas e edição rápida.

Já El Chapo é toda falada em espanhol, mais convencional e segue a linha novelesca. O início, para se ter uma ideia, é todo documental. Com registros de telejornais de todos lugares do mundo.

Confira como a história vai se amarrar:

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A narrativa começa em 1985, quando Chapo, apenas mais um homem do baixo escalão do Cartel de Guadalajara, constrói o primeiro túnel que vai da fronteira do México até os Estados Unidos.

Abrindo um parêntese, teria sido em 1989 que ele cavou sua primeira passagem subterrânea entre as duas fronteiras.

Pois cansado de ser café pequeno, Chapo decide fazer uma operação arriscada. Vai, sozinho, à Colômbia para tentar um encontro com Escobar. Propõe ao Patrón o impossível. Fazer a droga de Escobar chegar em dois dias à Califórnia, quando o tempo normal do transporte era de cinco dias.

Neste momento, a série ganha um clima de 24 horas. Correndo contra o tempo (se não conseguisse realizar um feito, seria um homem morto), Chapo, sempre de olho no relógio, enfrenta a polícia, a queda de um avião e até um telefonema da família dizendo que seu pai está à morte.

Já no capítulo inicial, fica claro que a produção vai humanizar a figura do personagem, assim como ocorreu com o Escobar de Narcos. E que a aliança com Escobar vai servir como trampolim para Chapo.

Com informações do UAI

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